Essa postagem é especialmente destinada a comentar as dificuldades e apredizagens ao realizar o trabalho final da disciplina. Ao trabalhar com colegas de outras disciplinas pude conhecer outras perspectivas de trabalho principalmente momento em que a colega da pedagogia propos que trabalhassemos com alunos de ensino fundamental.A princípio não sabíamos que assunto escolher. Pensamos em trabalahr a aprtir de livros infantis, depois pensamos em nós mesmos escrevermos uma história até que chegamos em Astronomia. Foi um desafio enorme pensar astronomia para alunos de baixa faixa etária, mas as dificuldades não superaram o prazer e a diversão que tivemos nesse processo. Optamos por limitar o assunto ao Sistema Solar, origem mitológica do nome dos planetas, carcaterísticas e possibilidade de vida nos mesmos. Alguns momentos foram certamente tensos, mas não pelo assunto escolhido, mas pela dificuldade de trabalhar em grupo. Tínhamos horários diferentes, ideias diferentes e éramos de cursos distintos, mas ainda assim todo o aprendizado valeu a pena. Recomendo fortemente à todos os colegas professores que busquem sempre dialogar e fazer trabalhos com docentes de outras disciplinas, isso enriquecerá a aula e a tornará mais prazerosa para seus alunos. Obrigada meu grupo pela paciência e dedicação !
quinta-feira, 5 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Sobre o vídeo " Escolas matam a criatividade"
Ao assistir o vídeo, não posso deixar de concordar com o palestrante. Mas não é somente a escola que molda as características das pessoas, acredito que a sociedade seja também grande responsável pela poda das diferenças. Algumas profissões e atividades são colocadas num pedestal enquanto outras são marginalizadas e mesmo que tentemos mudar isso na educação,acredito ser muito difícil mudar a mentalidade de todas as pessoas. Seria muito bom se as pessoas fossem valorizadas pelos seus talentos e não pelo que a sociedade as torna. Seria bom se as nossas escolhas fossem influenciadas apenas pelo que realmente queremos e não por status ou salário... Mas como não é assim, não podemos viver de utopias, apenas podemos tentar minimizar os danos. Nós, futuros educadores, devemos tentar nos despir dos preconceitos que adquirimos durante a vida e compreender as diferentes realidades, necessidades e escolhas de nossos alunos. Ainda não sei como, mas há de ter um jeito de educar para que enfrentem o mundo sem que percam sua essência. Deveriamos conseguir educar para que não haja preconceito entre as profissões e que aqueles que escolheram profissões "mal vistas" ( enquandro a mim e todos os meus colegas nessa categoria) possam lutar e tentar mudar essa realidade. Qualquer coisa que eu diga além disso, qualquer ideia de como eu gostaria que a educação fosse é utopia ou loucura, vivemos numa sociedade e devemos conviver com ela sem sucumbir as suas pressões, mas ainda assim conviver com ela.... Termino o texto com uma frase de um grande amigo " Formação quer dizer colocar numa forma, formar de certo modo, em certa perspectiva e para algo..."
quarta-feira, 2 de maio de 2012
O papel das mulheres
Trago para a discussão dessa aula um vídeo da cantora norte americana Pink. Seu trabalho é um tanto quanto polêmico, mas a discussão que proponho é acerca do que pode ser feito para diminuir a desigualdade em cada área.
http://www.youtube.com/watch?v=u6GkIEsgYgs
http://www.youtube.com/watch?v=u6GkIEsgYgs
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Identidade docente - Um mapa conceitual
Olá pessoal,
Esta postagem é para realizar a tarefa de postar o mapa conceitual sobre identidade docente. Aviso que o que eu fiz não é um mapa conceitual que siga estritamente a definição do mesmo, há erros e contravenções com a teoria do Profº Moreira.
Esta postagem é para realizar a tarefa de postar o mapa conceitual sobre identidade docente. Aviso que o que eu fiz não é um mapa conceitual que siga estritamente a definição do mesmo, há erros e contravenções com a teoria do Profº Moreira.
E para explicar o mapa:
Após ler os textos escolhidos pela professora, me convenci de que a identidade docente é composta principalmente pelos saberes docentes.Não vou explicá-los neste texto, pois há dois dias fiz uma postagem falando exclusivamente deles.
Outra questão que envolve a docência é que ela é uma profissão e deve ser vista como tal, não é vocação ou ato de caridade. Por isso os professores devem ser respeitados e reconhecidos como profissionais, com formação superior, como qualquer outro profissional que está no mercado: engenheiros, médicos, arquitetos e etc...
Por fim acredito que a identidade docente, assim como outras profissões, envolve o eu, o gostar, o se sentir um profissional desta área. Não podemos fazer licenciatura só porque o governo dá auxílios ou porque teremos emprego garantido no futuro. Essa é mais uma questão filosófica do que qualquer outra coisa. Acredito que temos que fazer algo em que nos sentimos bem e completos. Ganhar dinheiro é consequência do trabalho, e mesmo que seja pouco, não precisarei gastar nada com auxílio psicológico porque estou no emprego errado.
"Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã, vai dormir à noite e, nesse meio tempo, faz o que gosta" Bob Dylan
quarta-feira, 18 de abril de 2012
AS TIC'S EM MINHA VIDA...
Estudei, no ensino básico, em diferentes instituições,
porém ambas estaduais. Durante todo o meu ensino fundamental a única tecnologia
que foi disponibilizada foi uma
televisão e um vídeo cassete. E para assistir um filme tínhamos que todos nos
sentar muito próximos da TV porque sua tela era relativamente pequena para a
quantidade de alunos da sala. Já em casa tive acesso a computador, internet,
câmeras filmadoras e etc desde cedo. Meus trabalhos eram entregues digitados e impressos, e minhas pesquisas
sempre eram feitas com o auxílio da internet, apesar de termos em casa uma
enciclopédia e a escola dispor de um vasto acervo bibliográfico. Lembro que um
trabalho da disciplina de História na sétima série, eu e minha amiga decidimos
falar sobre o processo evolutivo da moda, e para tanto gravamos com o auxílio
de uma câmera filmadora e do computador um vídeo em VHS, e depois apresentamos
o trabalho em formato de filme.
No ensino médio as coisas não
formam muito diferentes. Mudei de escola, mas a situação não mudou. Esta nova
instituição até tinha um laboratório de informática, porém pouco podíamos usar, pois sempre faltava
monitor ou alguma peça dos próprios computadores.
Ingressei na Universidade e aí
entrei em desespero... Apesar de sempre ter tido contato com computador eu
jamais havia feito qualquer trabalho de programação. Dentro da Física temos
cadeiras obrigatórias específicas para
esta área, denominadas: Métodos Computacionais da Física (A, B e C), e Métodos
Computacionais para Licenciatura (A e B) (na época essas eram as única
obrigatórias, agora há a ênfase Física Computacional e essa lista de
disciplinas se estende). Devido a minha troca de ênfase tive a oportunidade de
fazer uma do bacharelado e as duas da licenciatura. Não foi fácil me adaptar a
essa nova metodologia de aula como aluna e muito menos compreender como
integrar isso numa aula sendo eu a docente.Em seguida tive acesso as TIC’s em várias cadeiras e em
cursos oferecidos em eventos da área de pesquisa em ensino. Atualmente dia
considero as TIC’s ferramentas valiosas no ensino e acredito que independente
da área de formação elas podem auxiliar muito na elaboração e nas práticas de aula.
Porém devo ressaltar que há um contra em utilizarmos as TIC’S (na realidade
dentro da academia, assim como há a linha defensora das TIC’s, há uma linha
crítica, me refiro aqui a uma visão ingênua e não muito aprofundada sobre essa
questão): quando elas são utilizadas dissociadas de uma nova metodologia. Não
adianta reproduzirmos no ppt o que poderíamos escrever no quadro simplesmente
porque isso poupará tempo de aula, ou ainda levar uma simulação toda incrementa
e apenas nós, os professores, trabalharmos com nela. Todo novo material deve
ser acompanhado de uma metodologia e devemos estar prontos para, se as escolas
onde trabalharmos tiverem estrutura e material, usarmos as TIC’s para deixar a
aula mais prazerosa e facilitar a compreensão de certos conteúdos didáticos.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Saberes Docentes
Olá pessoal...
Depois de ter lido o texto "Os professores diante do saber : esboço de uma problemática docente", de Maurice Tardif, me peguei pensando sobre algumas questões que são, no mínimo, curiosas, e gostaria de dividir com a turma. Ressalvo que, exceto nos momentos que conceituo os saberes, as opiniões aqui expressas são de minha autoria.
O texto começa falando que os saberes docentes são pluralizados, que não provém do mesmo tipo de "aprendizagem". Para o autor há quatro tipos de saberes que dão origem ao "saber docente total", são eles: saberes da formação profissional, saberes disciplinares, saberes curriculares e saberes experienciais.
Os saberes da formação profissional seriam os que adquirimos na graduação, pós graduação e demais cursos de formação. No caso de nós professores, as teorias e metodologias de aprendizagem, poderiam ser consideradas como parte desse saber. Pois, é nos ambientes de ensino superior que aprendemos sobre os teóricos e estudiosos da educação e do ensino especifico das áreas.Muito raramente alguém que não tenha contato com estes ambientes saberá mais profundamente conceitos especifícos ou mesmo os conhecerá.
Os saberes disciplinares, dizem respeito as especificidades de cada disciplina. No meu caso, sendo uma futura professora de Física, meus saberes disciplinares são compostos pelas matérias de física ( mecânica, eletromagnetismo, física moderna, etc...) e pela história, filosofia e epistemologia da ciência. Essa última parte pode gerar desconforto em alguns leitores deste texto, mas como me proponho a expor uma ideia pessoal, não acho que deva ser julgada sem antes lerem a próxima linha. Para a escritora que vos escreve, um bom professor de qualquer disciplina deve ter a história e filosofia de sua área como algo intrinseco a seu aprendizado, pois só o conteúdo pelo conteúdo, esvazia a aula e torna o mais interessante dos assuntos algo monótono e sem cor. Numa era em que lutamos para "animar" os alunos para os estudos, acredito que devemos, não apenas criticar essa situação, mas repensar o dever e saber do professor, bem como sua prática e metodologias. Para tanto devemos estar a par do fato de que cada disciplina não é uma gaveta, que podemos abrir usar seu conteúdo e guardar no fim, mas que as disciplinas sobrevivem e convivem conjuntas, indissociáveis. Bem já falei demais sobre este saber, passemos para o próximo...
Os saberes curriculares dizem respeito a imposição de conteúdos de cada escola. Esta imposição é trazida através do programa escolar, que imputa objetivo, metodologia e conteúdos a serem dados. De uma forma mais abrangente o PCN e PCNEM das áreas poderiam ser trazidos como saberes curriculares. Mas cabe ao professor questionar e se posicionar perante essa imposição. Será que isso vale para mim e para minha turma? Será que a minha realidade condiz com o que eles estão pregando?
Bem para responder as perguntas acima, recorro ao último saber citado por Tardif , o saber experencial, que deriva das experiências vividas pelo docente. Esses saberes são essenciais e conseguem dialogar com os demais. São esses saberes experenciais que permitem ao professor escolher qual metodologia caberá para sua turma, bem como, quais conteúdos são essenciais e qual abordagem deve ser tomada. Ninguém aprende uma profissão sem atuar, podemos ficar muitos anos dentro da academia fazendo leituras e discutindo sobre meios de melhorar a educação e a prática docente, mas só quem esta vivenciando isso, ou teve algum tipo de acesso a escola, poderá de fato construir algo que seja modificador de uma realidade; mesmo que seja uma realidade local. A experiência também nos dá suporte para criticar práticas imputadas e decisões que vem dos orgãos governamentais e chegam até a escola como "lei".
De fato todos os saberes acima citados compõe o saber docente, e não é possível imaginar um professor que, em maior ou menor grau, não os possua. Mas devemos tomar cuidado para não dar valor excessivo a um e esquecer outros. Um professor que sabe muito de sua disciplina, mas não conhece metodologias e não possui experiência, se torna enfadonho. Bem como, um professor que sabe muito de metologia, mas desconhece sua disciplina se torna mero "animador de torcidas"!!!
Por hoje era isso...
Com carinho
Depois de ter lido o texto "Os professores diante do saber : esboço de uma problemática docente", de Maurice Tardif, me peguei pensando sobre algumas questões que são, no mínimo, curiosas, e gostaria de dividir com a turma. Ressalvo que, exceto nos momentos que conceituo os saberes, as opiniões aqui expressas são de minha autoria.
O texto começa falando que os saberes docentes são pluralizados, que não provém do mesmo tipo de "aprendizagem". Para o autor há quatro tipos de saberes que dão origem ao "saber docente total", são eles: saberes da formação profissional, saberes disciplinares, saberes curriculares e saberes experienciais.
Os saberes da formação profissional seriam os que adquirimos na graduação, pós graduação e demais cursos de formação. No caso de nós professores, as teorias e metodologias de aprendizagem, poderiam ser consideradas como parte desse saber. Pois, é nos ambientes de ensino superior que aprendemos sobre os teóricos e estudiosos da educação e do ensino especifico das áreas.Muito raramente alguém que não tenha contato com estes ambientes saberá mais profundamente conceitos especifícos ou mesmo os conhecerá.
Os saberes disciplinares, dizem respeito as especificidades de cada disciplina. No meu caso, sendo uma futura professora de Física, meus saberes disciplinares são compostos pelas matérias de física ( mecânica, eletromagnetismo, física moderna, etc...) e pela história, filosofia e epistemologia da ciência. Essa última parte pode gerar desconforto em alguns leitores deste texto, mas como me proponho a expor uma ideia pessoal, não acho que deva ser julgada sem antes lerem a próxima linha. Para a escritora que vos escreve, um bom professor de qualquer disciplina deve ter a história e filosofia de sua área como algo intrinseco a seu aprendizado, pois só o conteúdo pelo conteúdo, esvazia a aula e torna o mais interessante dos assuntos algo monótono e sem cor. Numa era em que lutamos para "animar" os alunos para os estudos, acredito que devemos, não apenas criticar essa situação, mas repensar o dever e saber do professor, bem como sua prática e metodologias. Para tanto devemos estar a par do fato de que cada disciplina não é uma gaveta, que podemos abrir usar seu conteúdo e guardar no fim, mas que as disciplinas sobrevivem e convivem conjuntas, indissociáveis. Bem já falei demais sobre este saber, passemos para o próximo...
Os saberes curriculares dizem respeito a imposição de conteúdos de cada escola. Esta imposição é trazida através do programa escolar, que imputa objetivo, metodologia e conteúdos a serem dados. De uma forma mais abrangente o PCN e PCNEM das áreas poderiam ser trazidos como saberes curriculares. Mas cabe ao professor questionar e se posicionar perante essa imposição. Será que isso vale para mim e para minha turma? Será que a minha realidade condiz com o que eles estão pregando?
Bem para responder as perguntas acima, recorro ao último saber citado por Tardif , o saber experencial, que deriva das experiências vividas pelo docente. Esses saberes são essenciais e conseguem dialogar com os demais. São esses saberes experenciais que permitem ao professor escolher qual metodologia caberá para sua turma, bem como, quais conteúdos são essenciais e qual abordagem deve ser tomada. Ninguém aprende uma profissão sem atuar, podemos ficar muitos anos dentro da academia fazendo leituras e discutindo sobre meios de melhorar a educação e a prática docente, mas só quem esta vivenciando isso, ou teve algum tipo de acesso a escola, poderá de fato construir algo que seja modificador de uma realidade; mesmo que seja uma realidade local. A experiência também nos dá suporte para criticar práticas imputadas e decisões que vem dos orgãos governamentais e chegam até a escola como "lei".
De fato todos os saberes acima citados compõe o saber docente, e não é possível imaginar um professor que, em maior ou menor grau, não os possua. Mas devemos tomar cuidado para não dar valor excessivo a um e esquecer outros. Um professor que sabe muito de sua disciplina, mas não conhece metodologias e não possui experiência, se torna enfadonho. Bem como, um professor que sabe muito de metologia, mas desconhece sua disciplina se torna mero "animador de torcidas"!!!
Por hoje era isso...
Com carinho
domingo, 25 de março de 2012
Na quarta-feira passada, 21/03, os Aventureiros do Universo, estiveram na Escola Municipal Mário Quintana na Restinga ( escola parceira do projeto), fazendo algumas atividades relacionadas ao Equinócio de Outono. A equipe da RBS esteve presente e foram publicadas matérias no Diário Gaúcho e na Zero Hora...
Início
Meu nome é Josiane e estudo Física na
UFRGS. Entrei no curso em 2008, com a intenção de me formar bacharel,
mas durante os dois primeiros anos percebi que não era exatamente o que
eu queria para minha vida. Por isso optei pela troca de ênfase e me
tornei uma licencianda. Este blog será dedicado, especialmente, a um dos
projetos ao qual faço parte, " Os Aventureiros do Universo", pois,
derivam dele, algumas das experiências que foram definitivas na
elaboração do modelo de professor que quero ser. Por enquanto é isso...
Até mais...
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